Lavaredo


quinta-feira, 17 de janeiro de 2019


GRANDE TRAIL SERRA d'ARGA



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Realizou-se no passado fim de semana (21 e 22 de Setembro) na serra d’Arga, local definitivamente batizado de “Meca do Trail em Portugal”, a IX edição do PGTA. Nove edições e nove presenças minhas no melhor Trail Nacional. Desta vez e mais uma a juntar a várias integrado no Staff da organização. No Sábado de manhã bem cedo percorrendo cerca de 15 km do percurso da prova “Raínha” (55 km) revendo as marcações para que tudo corresse de acordo com o programado, fiquei no local de junção das duas distâncias até que passassem todos os atletas.  Devido ao “temporal” que se abateu em toda a serra d’Arga, não consegui estar lá no alto mais que duas horas, descendo ao Cerquido já quando o frio era insuportável.

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Chegado aí, tive oportunidade de durante alguns minutos em que os atletas paravam para se alimentar ter várias pequenas conversas com muitos deles. Era verdadeiramente admirável o espírito de cada um. Apesar da intempérie, um sorriso rasgado em seus rostos, denotavam a grande satisfação de estarem a ser mais fortes que a tempestade. É verdade que alguns desistiram ali, outros mais à frente, mas nada tinha a ver com desanimo.
Quando mais tarde cheguei a Dem, auscultei muitos atletas, convidando-os a darem a sua opinião sobre este grande evento. Foram vários os testemunhos e todos a enaltecerem a “organização impecável, os abastecimentos cinco estrelas onde imperava a qualidade, a quantidade e a diversidade, a marcação irrepreendível onde era impossível haver possibilidade de se perderem”.

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Há Trail’s por esse país fora e no estrangeiro também que têm duas interpretações: as que são para repetir e as que são para esquecer. O GTSA, é daquelas que será sempre, ano após ano, para repetir.

No dia 22 cerca das 8h15 arranquei da Montaria rumo ao Pincho para rever as marcações naquele troço comum aos 27, 17 e caminhada. Tudo tinha que estar perfeito para que perfeito também fosse o 2º dia de provas. E até o S. Pedro ajudou que nos presenteou com um dia magnífico.

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Quando o “vassoura” da distância dos 27 km chegou à minha beira no Pincho, segui também como vassoura na companhia do Pedro Barbosa e lá seguimos até final, acompanhando ora uns ora outros atletas até que a partir dos 12 km tivemos durante os 15 restantes a companhia do meu “velho” amigo dos primórdios das corridas de montanha, Joaquim Avelino e sua filha Susana.
Chegados à meta, tiveram uma recepção talvez maior que o vencedor.  Ficaram imensamente comovidos e “dispararam”: A primeira vez que tivemos uma recepção desta envergadura”. Claro que “disparei” logo: Isto só é possível em eventos Carlos Sá… Claro que concordaram comigo e para o ano lá estarão presentes…
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Quim Sampaio - Ultra Trailer

25/09/2019

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